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quarta-feira, 26 de março de 2014

Foto: Gerdan Wesley
Brasília – Em discurso inflamado na tribuna do senado na tarde desta terça-feira (25), o tucano Mário Couto (PA) exigiu que a oposição na Casa peça o impeachment da presidente Dilma Rousseff com o aprofundamento do escândalo da refinaria de Pasadena. De acordo com o paraense, a mandatária nacional comandou um verdadeiro “roubo” aos cofres nacionais e o bloco adversário tem todas as armas para solicitar a exclusão da petista.
Para Couto, é “claro e cristalino” que se trata de um caso de impedimento da presidente e que isto só não seria solicitado pelos congressistas caso estes não quisessem. Entretanto, conclamou a oposição para que assuma seu papel de defesa do povo e de adversários do governo e vão à Mesa Diretora com a exigência de impeachment.

“Ela cometeu um crime e confessou o crime, Brasil! Ela disse que assinou, mas não sabia o que estava assinando. É crime de improbidade administrativa. Claro, cristalino, constitutional! Não tem quem derrube. Só não se pede [o impeachment] se não quiser pedir”, bradou em discurso o senador.
Couto acrescentou também que há tempos vem denunciando os desmandos de Dilma Rousseff e a corrupção na Petrobras, que o caso Pasadena ajuda a reforçar. O senador releu a fala do ex-diretor da BR Distribuidora, Nestor Cerveró, que foi demitido do cargo após seu nome entrar em voga no escândalo. A aspa revelou ou que a presidente sabia o que fazia, mas mente para o povo.
Por fim, o senador argumentou que não falta mais nada para provar os desgoverno e que a conta deve ser pedida diretamente a quem de direito. Entretanto, lembrou que o rolo compressor do governo não impede qualquer espécie de CPI na Casa. Para que isto ocorra, a solução, segundo Couto, é o costume sistemático de se ajoelhar diante dos pés da presidente em troca de cargos na gestão, prática que considera lamentável.

Por: aquiagorarondonia
Fonte: lidpsdbsenado - Lucas Esteves
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Por Anderson Anselmo DRT/RO 1419

"A felicidade não está em possuir mais dinheiro, mas na alegria de conseguir o almejado, na excitação do esforço criativo." Franklin Delano Roosevelt .

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