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segunda-feira, 10 de março de 2014

Além de remover as famílias, a prefeitura atende com alimentos, água potável e outros itens necessários.

Com o nível do Rio Madeira subindo diariamente, também aumenta a quantidade de áreas afetadas pela enchente, consequentemente, o número de famílias desalojadas e desabrigadas.

Conforme o coordenador municipal da Defesa Civil, José Pimentel, a situação mais preocupante atualmente é no médio Madeira, entre as comunidades de Maravilha e Itacoã, de onde será necessário remover várias famílias. 


Pimentel explicou que no médio Madeira, pelo fato de ser uma região um pouco mais alta, há cerca de 200 famílias resistentes, que não aceitaram sair de suas casas, pois achavam que não seriam impactadas pela inundação.

Outras que também se recusavam a sair, entre São Carlos e Calama, estão sendo abrigadas em barracas cedidas pela Defesa Civil Nacional, montadas no barranco, nas áreas mais altas. Ao todo, cerca de 120 barracas já foram distribuídas às populações ribeirinhas, cada uma com capacidade para dez pessoas.Na segunda (10), o nível do Rio Madeira chegou a 18,98 metros, e com isso também atingiu seriamente os moradores de Demarcação, no Rio Machado.

As famílias daquela localidade, bem como os resistentes de Papagaio e Maicy estão sendo abrigadas em barracas da Defesa Civil Nacional instaladas nas regiões mais altas do distrito de Calama. Além de remover as famílias, a prefeitura atende com alimentos, água potável e outros itens necessários.

Fonte: Jornal O Observador
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Por Anderson Anselmo DRT/RO 1419

"A felicidade não está em possuir mais dinheiro, mas na alegria de conseguir o almejado, na excitação do esforço criativo." Franklin Delano Roosevelt .

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